informativo 28/2017

 


A negociação coletiva referente a data-base 2016 chegou ao impasse entre as duas entidades, o que culminou no ajuizamento do dissídio coletivo.

No último dia 24 de agosto, foi realizada audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, sendo presidida pelo Desembargador Pedro Vicentin Foltran, presidente do Tribunal

Durante a audiência de conciliação os impasses das mesas de negociações permaneceram, em razões dos pleitos formulados pela Comissão de Negociação do SINDPD/DF, em especial o pedido de reajuste salarial sem parcelamento do índice, o valor de R$ 24,00 de vale-alimentação independente da carga horária, aumento dos dias de licença maternidade e paternidade.

Assim, diante das considerações do Procurador do Trabalho, Dr. Cristiano Paixão, e do Desembargador Presidente sobre os reflexos do julgamento e da posição do Tribunal frente a concessão de reajuste salarial pela recomposição inflacionária do período de forma integral, as partes entabularam um acordo parcial, nos seguintes termos:
“Acordo parcial: Fica convencionado o reajuste salarial de 9,28% a partir de 1º de maio de 2016 (data-base da categoria) a ser pago a partir da folha de setembro/2016. As parcelas retroativas a 1ª de mio de 2016 serão pagas em 4 vezes também a partir da folha de setembro/2016.”

Com isso, os salários de setembro/2016 já devem sofrer o reajuste integral de 9,28%. De igual maneira, as empresas já devem realizar o pagamento da 1ª parcela do passivo retroativo a maio/2016, também na folha de setembro.

Os valores dos pisos salariais serão reajustados, passando a tabela salarial a ser a abaixo indicada:

Como não houve acordo em relação as demais cláusulas o processo seguirá o rito normalmente. Ainda não foi designado relator para o processo e, nem data de julgamento.

Para o que for preciso, especialmente em casos de dúvidas, estamos à disposição.




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Brasília, 31 de agosto de 2016

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  • Marco Tulio Chaparro é eleito presidente do Sindesei-DF

    O Sindicato das Empresas de Serviços de Informática do Distrito Federal (Sindesei-DF) elegeu nesta terça-feira (30) seu novo presidente: o empresário Marco Tulio Chaparro. Marco substituirá Charles Dickens, que assume a vice-presidência da entidade. O mandato vai de 2018 a 2022. A eleição ocorreu na sede da Fecomércio.

    O presidente eleito destacou o trabalho realizado pelo Sindesei durante os últimos anos e afirmou que dará continuidade à luta em busca de melhorias para o setor de tecnologia da capital federal. “A expectativa é dar continuidade ao trabalho realizado pelo meu antecessor, Charles Dicknes”, disse. “Nós esperamos que a economia reaja e que o governo local e o Federal fomentem mais o nosso setor. Além disso, também espero que o comércio tenha um bom desempenho, pois a área de TI acaba englobando todas as outras áreas. Isso quer dizer que quando temos um comércio aquecido, a área de TI também ganha muito”, completou.

    Marco falou ainda sobre a expectativa de conseguir mais empresas filiadas para a entidade, já que a Reforma Trabalhista trouxe grandes mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), dentre elas a contribuição sindical passou a ser facultativa e não mais obrigatória. “Vamos buscar mais associados, já estamos trabalhando nisso. Entendo que os sindicatos trazem muitos benefícios para as classes. Sem a contribuição sindical teremos que descobrir novas fórmulas de ajustes para dar continuidade ao trabalho de lutar pelos anseios do nosso setor”, concluiu.

    Diretoria

    Presidente: Marco Tulio Chaparro

    Vice-presidente: Charles Dickens Ázara Amaral

    1º Secretário: Christian Tadeu de Souza Santos

    2º Secretário: Hugo Giallanza

    Conselho Fiscal

    Efetivos

    Cassio José da Rocha

    Homero Mateus

    Francisco Tony Brixi de Souza

    Suplente

    Osmar de Araujo Lacerda

    Representantes junto ao Conselho de Representantes da Fecomércio

    Charles Dickens Ázara Amaral

    Marco Tulio Chaparro

    Suplentes

    Luiz Carlos Gargia

    Christian Tadeu de Souza

     

    fonte: fecomércio-DF

  • Câmara Temática de TIC da Fecomércio e AmCham Brasília Realizam Seminário Sobre Internacionalização de Empresas.
    Empresários da área da tecnologia da informação e comunicação do Distrito Federal se reuniram na tarde desta sexta-feira (8/12), na sede da Fecomércio, para esclarecerem suas dúvidas sobre o processo de internacionalização de empresas para os Estados Unidos. Na oportunidade, o especialista do Departamento de Comércio do governo Norte Americano, André Leal, discorreu sobre o programa Select USA (www.selectusa.gov).

    O Programa é uma iniciativa do Departamento de Comércio Norte Americano para ajudar empreendimentos a crescerem e investirem nos Estados Unidos. A organização do evento foi da Câmara de Tecnologia da Informação (TIC) da Fecomércio, com o apoio da Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) e contou com a presença de Camille Richardson, Conselheira do Serviço Comercial do governo Norte Americano.

    O presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, esteve presente e destacou que as empresas brasileiras precisam começar a se preocupar com planejamento para atingir mercados de grandes proporções, como o dos Estados Unidos, por exemplo. “Muita das vezes o empresário só começa a se preocupar com administração de seu negócio quando ele já está na UTI. É importante que isso comece a mudar para que a empresa nasça bem, com objetivos traçados e assim possa vislumbrar um mercado global. Louvo essa iniciativa da Câmara de TI, acredito que esse é o caminho”, explicou Adelmir.

    Já o presidente da Câmara de TIc, Marco Túlio Chaparro, disse que antigamente o concorrente era aquele que estava do outro lado da rua, agora ele está do outro lado do mundo. “Nós também precisamos estar do outro lado do globo. Aqui no Brasil estamos passando por uma situação muito conturbada e as empresas que já estão internacionalizadas estão em outro patamar. Existem vários projetos de incentivos no exterior que nem sonhamos aqui no Brasil. Temos que aproveitar essas oportunidades. Para a área de TI, os Estados Unidos sempre foram um excelente mercado, sempre muito evoluído”, explicou Chaparro.

    O presidente do Sindicato das Empresas de Serviços de Informática (SINDESEI-DF), Charles Dickens, disse que fica muito feliz em ver a Fecomércio abrindo espaços para palestras como estas, que encorajam os empreendedores a investirem e alavancarem as suas empresas em um novo universo. O vice-presidente da Câmara de TIc da Fecomércio, Christian Tadeu, disse que os empresários estão procurando outros mercados e essa palestra foi uma oportunidade única para achar um caminho mais fácil para se estabelecer em outro País.

    Palestra
    O palestrante André Leal começou a sua explanação colocando que os Estados Unidos estão facilitando a internacionalização de empresas brasileiras e que o País está aberto a negócios. Explicou que a internacionalização tem vários significados e aspectos, tais como: exportar, importar, investir fora do País e se estabelecer em outro lugar. De 2003 a 2016, foram 777 projetos de investimentos de empresas brasileiras no mundo todo.

    Segundo Leal, é um processo que tem começo, mas não tem fim. “A internacionalização começa quando o empresário quer um parceiro estrangeiro para importar um produto, serviço ou uma tecnologia, esse é o primeiro estágio”, explica. “Quando a empresa começa a ganhar campo internacional ela começa a abrir portas para fora de seu País de origem. Assim, vai evoluindo e passa para o estágio de ter um representante ou um distribuidor para desenvolver um mercado para o empreendedor em outro lugar”, disse. Esse representante, segundo ele, vai trabalhar para entender as demandas de mercado e informar para a matriz, além de dar suporte para que o empresário desenvolva suas atividades.

    A partir do momento que o empresário consegue o domínio daquela região, fora do País sede, já entende as dinâmicas comerciais e entende o que o mercado espera de sua empresa. “Essa parte do processo não é levar a sua empresa do jeito que ela está no Brasil para fora. Você tem que criar novamente o seu negócio fora do País, começar com uma estrutura pequena,  com o tempo se desenvolver. A partir disso, a internacionalização não acabou, o empresário pode começar a investir em outros países, se tornando uma empresa global”, ressaltou André.

    Ele citou como exemplo a Uber, que há dois anos era uma startup pequena e agora é uma empresa global. “Com a empresa estabelecida nos Estados Unidos, por exemplo, o empreendedor pode buscar plataformas para entrar no México, no Canadá e até mesmo começar a investir com taxa zero na Coreia do Sul, que tem acordo comercial com os Estados Unidos, abrindo grandes possibilidades e chances”, disse.

    A internacionalização de empresas brasileiras nos EUA dispara. O crescimento é de mais de 15% nos três anos, segundo dados da Select USA. O setor de TI representa mais de 30% das empresas Brasileiras nos EUA, sendo empresas tanto de grande e médio porte, como pequenas, micro e das startups. Os empreendimentos dos brasileiros estão em 29 estados americanos, sendo os cinco estados que mais atraem: 24% na Flórida, 11% no Texas, 8% na Califórnia, 7% em Nova York e 6% na Carolina do Norte. André Leal ressaltou ainda que os Estados Unidos fazem esse tipo de abertura para empresas de fora porque essa transição de mercado gera emprego, renda e gira a economia.



    Com informações da Fecomércio-DF.