Presidente do SINDESEI/DF é Nomeado em Comitê do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Destaque

O Presidente do SINDESEI-DF, Charles Dickens, foi nomeado representante titular da Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo (CNC) no Comitê Temático de Tecnologia e Inovação do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – FPMPE, da Secretária Especial da Micro e Pequena Empresa do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, que iniciará os trabalhos ainda este mês.

A finalidade do Comitê é  identificar, analisar e propor medidas para acesso a novas tecnologias e inovação de processos, produtos e serviços das microempresas e empresas de pequenas empresas. As reuniões serão bimestrais e terá mandato de 2 anos.

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    Empresários da área da tecnologia da informação e comunicação do Distrito Federal se reuniram na tarde desta sexta-feira (8/12), na sede da Fecomércio, para esclarecerem suas dúvidas sobre o processo de internacionalização de empresas para os Estados Unidos. Na oportunidade, o especialista do Departamento de Comércio do governo Norte Americano, André Leal, discorreu sobre o programa Select USA (www.selectusa.gov).

    O Programa é uma iniciativa do Departamento de Comércio Norte Americano para ajudar empreendimentos a crescerem e investirem nos Estados Unidos. A organização do evento foi da Câmara de Tecnologia da Informação (TIC) da Fecomércio, com o apoio da Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) e contou com a presença de Camille Richardson, Conselheira do Serviço Comercial do governo Norte Americano.

    O presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, esteve presente e destacou que as empresas brasileiras precisam começar a se preocupar com planejamento para atingir mercados de grandes proporções, como o dos Estados Unidos, por exemplo. “Muita das vezes o empresário só começa a se preocupar com administração de seu negócio quando ele já está na UTI. É importante que isso comece a mudar para que a empresa nasça bem, com objetivos traçados e assim possa vislumbrar um mercado global. Louvo essa iniciativa da Câmara de TI, acredito que esse é o caminho”, explicou Adelmir.

    Já o presidente da Câmara de TIc, Marco Túlio Chaparro, disse que antigamente o concorrente era aquele que estava do outro lado da rua, agora ele está do outro lado do mundo. “Nós também precisamos estar do outro lado do globo. Aqui no Brasil estamos passando por uma situação muito conturbada e as empresas que já estão internacionalizadas estão em outro patamar. Existem vários projetos de incentivos no exterior que nem sonhamos aqui no Brasil. Temos que aproveitar essas oportunidades. Para a área de TI, os Estados Unidos sempre foram um excelente mercado, sempre muito evoluído”, explicou Chaparro.

    O presidente do Sindicato das Empresas de Serviços de Informática (SINDESEI-DF), Charles Dickens, disse que fica muito feliz em ver a Fecomércio abrindo espaços para palestras como estas, que encorajam os empreendedores a investirem e alavancarem as suas empresas em um novo universo. O vice-presidente da Câmara de TIc da Fecomércio, Christian Tadeu, disse que os empresários estão procurando outros mercados e essa palestra foi uma oportunidade única para achar um caminho mais fácil para se estabelecer em outro País.

    Palestra
    O palestrante André Leal começou a sua explanação colocando que os Estados Unidos estão facilitando a internacionalização de empresas brasileiras e que o País está aberto a negócios. Explicou que a internacionalização tem vários significados e aspectos, tais como: exportar, importar, investir fora do País e se estabelecer em outro lugar. De 2003 a 2016, foram 777 projetos de investimentos de empresas brasileiras no mundo todo.

    Segundo Leal, é um processo que tem começo, mas não tem fim. “A internacionalização começa quando o empresário quer um parceiro estrangeiro para importar um produto, serviço ou uma tecnologia, esse é o primeiro estágio”, explica. “Quando a empresa começa a ganhar campo internacional ela começa a abrir portas para fora de seu País de origem. Assim, vai evoluindo e passa para o estágio de ter um representante ou um distribuidor para desenvolver um mercado para o empreendedor em outro lugar”, disse. Esse representante, segundo ele, vai trabalhar para entender as demandas de mercado e informar para a matriz, além de dar suporte para que o empresário desenvolva suas atividades.

    A partir do momento que o empresário consegue o domínio daquela região, fora do País sede, já entende as dinâmicas comerciais e entende o que o mercado espera de sua empresa. “Essa parte do processo não é levar a sua empresa do jeito que ela está no Brasil para fora. Você tem que criar novamente o seu negócio fora do País, começar com uma estrutura pequena,  com o tempo se desenvolver. A partir disso, a internacionalização não acabou, o empresário pode começar a investir em outros países, se tornando uma empresa global”, ressaltou André.

    Ele citou como exemplo a Uber, que há dois anos era uma startup pequena e agora é uma empresa global. “Com a empresa estabelecida nos Estados Unidos, por exemplo, o empreendedor pode buscar plataformas para entrar no México, no Canadá e até mesmo começar a investir com taxa zero na Coreia do Sul, que tem acordo comercial com os Estados Unidos, abrindo grandes possibilidades e chances”, disse.

    A internacionalização de empresas brasileiras nos EUA dispara. O crescimento é de mais de 15% nos três anos, segundo dados da Select USA. O setor de TI representa mais de 30% das empresas Brasileiras nos EUA, sendo empresas tanto de grande e médio porte, como pequenas, micro e das startups. Os empreendimentos dos brasileiros estão em 29 estados americanos, sendo os cinco estados que mais atraem: 24% na Flórida, 11% no Texas, 8% na Califórnia, 7% em Nova York e 6% na Carolina do Norte. André Leal ressaltou ainda que os Estados Unidos fazem esse tipo de abertura para empresas de fora porque essa transição de mercado gera emprego, renda e gira a economia.



    Com informações da Fecomércio-DF.
     
     
     
  • Caravana do FCO & BNDES no SIMPLIFICA PJ

    A Secretaria de Economia, Desenvolvimento, Inovação, Ciência e Tecnologia, por meio da Subsecretaria de Relação com o Setor Produtivo, em parceria com o Banco do Brasil, têm a honra de convidar os empresários do Distrito Federal para a

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    Na oportunidade, serão apresentados os detalhes dessas linhas de crédito, além de oferecer atendimento personalizado com equipes especializadas de gerentes PJ, para atender as necessidades dos participantes. A SEDICT e o Banco do Brasil estão atuando de forma colaborativa, promovendo ações que servirão para alavancar a economia do Distrito Federal por meio do fortalecimento do setor de negócios local.

    ONDE? No SIMPLIFICA PJ, na QI 19, Lotes 28/32, Setor Industrial de Taguatinga, ao lado da feira dos goianos

    QUANDO? Dia 13/12/2017, de 9h às 12h

    Confirme a sua participação pelo telefone 33252417.

  • I Mostra de Tecnologia Brasília + TI

    Foi aberta na manhã desta terça-feira (5) a primeira Mostra de Tecnologia Brasília + TI, na Câmara Legislativa. Com o tema “A importância da TI na recuperação da Economia”, a inciativa é fruto de um trabalho conjunto das entidades representativas do segmento e vai até quinta-feira (7). A mostra conta com mais de 70 estandes, que contemplam desde micros e pequenas empresas até médias e grandes organizações da área de informática. A entrada é gratuita perante credenciamento no local.

    O presidente da Câmara Legislativa do DF, Joe Valle, fez a abertura do encontro e ressaltou que a casa do povo está de portas abertas para encontros da sociedade civil. “O evento Brasília + TI é o resultado da ação da sociedade civil nesta casa. Brasília carrega o símbolo do novo, não é apenas um aglomerado de edifícios, ruas, carros e pessoas. A cidade oferece uma proposta de um novo paradigma, de um outro conceito. Então essa é a lógica que precisamos fazer, sair do modelo de um círculo vicioso de pobreza e de crise para um círculo virtuoso de colaboração e crescimento”, ressaltou Joe Valle.

    O presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, frisou que a tecnologia está presente diretamente na vida de todos. “Ninguém pode descordar de que tudo na nossa vida envolve tecnologia. Porque tudo o que fazemos, das coisas mais simples até as mais complexas, envolvem tecnologia da informação, envolvem inovação. E compreendo que uma solenidade de abertura dessa natureza tem por objetivo que as empresas locais mostrem os seus negócios e do que elas dispõem, para vender, fazer e beneficiar a nossa unidade federativa”, destacou Adelmir.

    Ainda de acordo com o presidente da Fecomércio, as empresas brasilienses de TI têm interesse de se integrarem com o Poder Legislativo local. “Os empreendedores têm várias dificuldades com processo legislativo, nas leis brasileiras, que inclusive estão atrasadas em relação ao movimento tecnológico. É claro que isso nós não vamos alcançar nunca, no ponto de vista das leis, pois a rapidez e o avanço da tecnologia é muito maior. É uma ilusão imaginarmos que o Estado vai regular o surgimento, o crescimento desses conhecimentos que são inovadores”, ressaltou Adelmir Santana. Ele elogiou a aproximação do poder legislativo com os empresários de tecnologia da cidade.

    Já o presidente do Sindicato das Empresas de Serviços de Informática do Distrito Federal (Sindesei), Charles Dickens, apontou que a evolução tem que ser constante e dinâmica, principalmente no que tange a qualificação da mão de obra, incentivo, fomento, além da segurança tributária e jurídica do setor. “Se fossemos comparar o nosso mercado com outras economias e outras atividades, veríamos que o nosso setor tem uma alta produtividade por metro quadrado, ou seja, eu preciso de pouco espaço para gerar uma grande quantidade de renda”, afirmou. Segundo Dickens, para as empresas na área de TI crescerem de forma acelerada e constante é necessário programas de Estado com objetivos e metas de curto, médio e longo prazo, onde a tecnologia deve ser considerada como um dos principais pilares para transformação social, além de geração de conhecimento, emprego e renda.

    O presidente da Câmara Temática de Tecnologia da Informação da Fecomércio-DF, Marco Tulio Chaparro, também afirmou que é de extrema importância a organização da sociedade civil da área de TI de Brasília se unir em prol do setor. “O grande mérito desse evento é poder reunir a sociedade civil de TI. Pois a tecnologia transforma os diferentes em iguais, não importa a classe social, raça, credo ou religião, todos utilizam a tecnologia, seja no celular ou computador, aplicativos iguais ou similares. Por isso, precisamos fomentar Brasília, nossos empregos, nossas empresas. Os outros Estados estão se preparando e nós precisamos responder à altura, e com certeza o governo tem muito a ganhar com o auxílio da sociedade civil nesse processo”, apontou.

    O presidente da Federação da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-DF) e vice-presidente da Câmara Temática de Tecnologia da Informação da Fecomércio-DF, Christian Tadeu, afirmou que em um mundo cada vez mais voltado para a mentalidade digital, a TI exerce o papel essencial de viabilizar uma profunda mudança nos padrões e métodos e ferramenta de trabalho. “A TI está presente em vários aspectos trazendo produtividade e mais eficiência. Hoje a tecnologia assume papel estratégico para gerenciamento da informação de forma que ela se torne um insumo para tomada de decisões para aquilo que envolve a coisa pública”, conclui Christian Tadeu.

    Realizadores

    Realizam o evento as seguintes entidades: a Câmara Temática de TI da Fecomércio, o Sindesei, a Câmara Legislativa, o Sindicato das Indústrias da Informação do DF (Sinfor-DF), a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação do DF (Assespro-DF), a Associação de Startups e Empreendedores Digitais (Asteps-DF) e a empresa Tecsoft. Mais informações: 3234-4166 ou 3233-1439.

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