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Após 5 quedas seguidas, intenção de consumo dos brasilienses cresce.

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Após cinco quedas consecutivas, a Intenção de Consumo das Famílias brasilienses (ICF-DF) voltou a apresentar crescimento. Em agosto, o índice atingiu 66 pontos, contra 65,1 do mês de julho – quando foi registrado o menor resultado apresentado pela pesquisa desde o início da série histórica, em janeiro de 2010. Em agosto do ano passado, o levantamento havia registrado 96,9 pontos. O índice é medido por valores de 0 a 200, sendo que resultados abaixo de 100 denotam pessimismo por parte da população. O presidente da Fecomércio-DF, Francisco Maia, lembra que a última vez que os dados apresentaram valores na zona de otimismo foi no mês de fevereiro (103,8).

“Em março a intenção de consumo e o próprio consumo dos brasilienses começaram a cair por conta da pandemia e do fechamento do comércio”, informa. “Agora, com a reabertura das lojas e com a confiança que os empresários estão passando aos clientes, obedecendo todas as normas de saúde, as pessoas voltam a consumir, mesmo que ainda timidamente. Além disso, o cliente está mais disposto a comprar pela internet”, informa Francisco Maia.

O estudo mostra que, em relação ao emprego, 15,2% dos entrevistados estão mais seguros do que no mesmo período do ano passado; 32,6 % menos seguros; 40,9% igual ao ano passado; 8,4% estão desempregados e 2,9% não souberam opinar. Sobre a atual situação do crédito, 30,1% das famílias disseram que o cenário é mais difícil do que o do ano passado, quando o assunto é compras a prazo. Quando perguntados sobre como está o consumo atualmente, 66,6% afirmam que estão comprando menos do que em 2019. Sobre o momento de aquisição de bens duráveis, as famílias da capital também se mostraram pessimistas: 73,4% indicaram ser um momento ruim para a compra de carros, imóveis, eletrodomésticos e outros.

A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que o consumidor faz sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro.

Por Daniel Alcântara

Foto: Freepik             Fonte: Fecomércio / CNC

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