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DF registrou maior crescimento no setor de serviços no Brasil em novembro

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O Distrito Federal teve incremento de 0,9% no volume de receitas do setor de serviços em novembro de 2019, quando comparado com outubro do mesmo ano – registrando o melhor resultado do País. Regionalmente, 16 dos 27 estados registraram queda no penúltimo mês do ano passado. As maiores quedas foram registradas em Mato Grosso (-5,7%) e Minas Gerais (-1,1%). Em âmbito nacional, após 2 meses de crescimento, o setor teve queda de 0,1%. Trata-se do pior resultado para meses de novembro desde 2016, quando houve queda de 0,3%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação anual, em relação a novembro de 2018, houve crescimento de 1,8%. No acumulado de janeiro a novembro, o setor registrou avanço de 0,9%. Em 12 meses, a alta acumulada também ficou em 0,9%. De acordo com o IBGE, apesar da recuperação ao longo de 2019, o setor ainda está 9,8% abaixo do recorde alcançado em novembro de 2014. Nesse cenário, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) manteve a projeção de crescimento do setor de serviços em 1,0% em relação a 2018, o que representaria o primeiro avanço anual desde 2014 (+2,5%).

Veja a variação do volume de serviços em novembro, por atividade e subgrupos: Serviços prestados às famílias (-1,5%); Serviços de alojamento e alimentação (-1,8%); Outros serviços prestados às famílias (0,1%); Serviços de informação e comunicação(-0,4%); Serviços de tecnologia da informação e comunicação (0,1%); Telecomunicações (0,1%); Serviços de tecnologia da informação (0,2%) ;Serviços audiovisuais (-0,8%); Serviços profissionais, administrativos e complementares (0,1%); Serviços técnico-profissionais (-0,3%); Serviços administrativos e complementares (-0,6%); Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-0,7%); Transporte terrestre (-1,6%); Transporte aquaviário (0,5%); Transporte aéreo (-3,3%) ;Armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,1%) e Outros serviços(1,7%).

Foto: Freepik             Fonte: Fecomércio / CNC

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